ir conteudo

Prefeitura Municipal de Malhador

COPA MALHADOR DE FUTEBOL: ENTRE PALMEIRESES E SÃO PAULINOS

Por Jilberto Oliveira


Antes de iniciar esta crônica, peço licença ao leitor pra falar um pouco do técnico, que é elemento fundamental, na engrenagem do futebol. Uns já eram amigos, outros, só os conhecia de vista e, boa parte deles, fiquei conhecendo agora, durante a Copa Malhador de Futebol José Luiz de Oliveira. 

No decorrer dos jogos, conversei com todos eles e, nessas breves conversas, foi possível captar algum traço psicológico da personalidade de cada um deles. Para sintetizar o assunto, irei enquadrá-los por grupos, de acordo com o perfil captado.   

Começo pelo grupo dos extrovertidos. Aqueles que perdem o jogo, mas não perdem a simpatia. Ganhando ou perdendo, estão lá, sempre com um sorriso nos lábios, dispostos a colaborar. São eles: Wilsinho do La Família, Cleiton do PSG e Reinan do Guarani. Em seguida, vem o grupo dos solícitos. Pessoas que não poupam esforços para ajudar, ser útil e atencioso. Aqui se enquadram: Flavinho do Tricolor Alecriense, Altran Jr. do São Paulo, Wellington do Bonsucesso, Dhone do Superman e Everaldo do Caruê. Depois vêm os reservados. Esses se mantêm discretos o tempo todo, calados, com medo de entregar o ouro a um suposto bandido. Fazem parte dessa lista: Nicácio do Palmeiras, Max da UKYSS, Deda do Real São João, Jacó do Flamengo e Tony do Borussia. Para encerrar, resta Jamysson Figuinha do Pitu. Bem, é uma ótima pessoa. Por sinal, já foi meu aluno, mas continua com mesmo temperamento. A qualquer contratempo, fica irritado e chuta a barraca. Sai da frente porque o homem é brabo!

Não leve a sério, gente. Foi apenas uma forma que arranjei pra falar de vocês e, ao mesmo tempo, descontrair. O que vale mesmo é que todos são ótimas pessoas e juro que ganhei novos amigos. E, como diz Milton Nascimento em sua canção, “Amigo é coisa pra se guardar / No lado esquerdo do peito”, dentro do coração. Fica meu registro.

Retrospecto das equipes que se enfrentaram nesta noite: 

Antes da partida de hoje, o Palmeiras tinha o seguinte desempenho: 

Estreou na Copa vencendo o Bonsucesso por 4x2; perdeu a segunda partida para o Real São João por 1x0 e ganhou do Flamengo por 3x0. Duas vitórias e uma derrota. 

O desempenho do São Paulo até o início do jogo de hoje era o seguinte:

Estreou com derrota para o Bonsucesso por 2x0 e ganhou a segunda partida contra o Flamengo por 5x1.

A equipe do Palmeira a qual foi derrotada pelo São Paulo, entrou em campo com a seguinte escalação:

goleiro: Álvaro; laterais (D): Osmar e (E): Ozanilton; zagueiros: Lucas Lima e Zé Roberto; volantes: Luciano e Lucas de Jesus; meias: Bruno e Maurício e os atacantes: Robson e Alexandre. O técnico é Nicácio, auxiliado por José. No decorrer da partida, só houve uma alteração: Lucas de Jesus foi substituído por Jackson Cabral. 

O São Paulo que venceu o Palmeiras veio guarnecido com os seguintes atletas: 

goleiro: André; laterais: (D): Elicinho e (E): Yuri; zagueiros: Gaiado e Marx; volantes: Bruno e Pedro; meias: Índio e Emerson e os atacantes: Igor e Felipe. O técnico é Altran Júnior auxiliado por Charles. Não houve alteração, afinal, em time que está ganhando, não se mexe.  

 Num jogo tenso, de muito equilíbrio e pegado, venceu a equipe do São Paulo de Tabua por 2x1 a do Palmeiras. O time são paulino teve como destaque o atleta Índio, camisa 10 que jogou uma barbaridade nesta noite. Porém, os gols foram marcados por Felipe (no primeiro tempo) e Emerson (no segundo). O gol do Palmeiras ocorreu na etapa complementar, marcado pelo volante Lucas de Jesus, destaque do time nessa partida. 

Na crônica de hoje, além de falar o básico sobre os times que se enfrentaram, falei um pouquinho a respeito dos técnicos, esses personagens que atuam por trás de todo o espetáculo do futebol. São tão importantes quanto os atletas, aliás, alguns desempenham a dupla função. Ora estão na lateral do campo, orientando seus comandados ora colocam as chuteiras e vão auxiliar os companheiros no gramado. Seja para cobrir a falta de alguém ou para atender outra necessidade urgente. Como ontem, em que Jhone Alves do Tricolor Alecriense, deixou sua posição de goleiro e foi jogar na linha, dando assistência para que o jovem João Vitor marcasse um lindo gol. Fora isso, Jhone Alves também atua como técnico quando há necessidade. Meus aplausos para esses heróis anônimos que dão um lindo exemplo de como se trabalhar em equipe. Meus agradecimentos a todos que colaboraram. Até a próxima! Bom sono para todos!

 


Outras crônicas

Mapa do Site

Ampliar Fonte Reduzir Fonte Acessibilidade Contraste Mapa do Site Voltar ao Topo